Pintura

«O objectivo da arte não é representar a aparência exterior das coisas,mas o seu significado interior.»

ARISTÓTELES







quarta-feira, 18 de abril de 2012

Colhereiro


Apresenta-se um dos bicos mais estranhos e chamativos da nossa avifauna. Esta ave usa uma «espátula» para varrer os lodos e fundos aquáticos em busca de alimento. Bastante fácil de identificar, tanto em voo como pousado, sobretudo devido ao seu enorme bico em forma de espátula, achatado na ponta. Quase totalmente branco, de patas escuras, esta grande ave ostenta um penacho na nuca durante a época de reprodução, assim como uma pequena mancha amarela na garganta. Em voo, a sua cor totalmente branca e o pescoço bem estendido para frente com o bico comprido, tornam-no numa silhueta inconfundível. Os juvenis apresentam as pontas das asas escuras.

domingo, 15 de abril de 2012

Perna-longa


Himantopus é o género de aves charadriiformes (ciconiiformes segundo a taxonomia de Sibley-Ahlquist) da família Recurvirostridae que abrange espécies de pernilongo ou perna-longa.
Eles possuem as pernas extremamente longas, daí o seu nome vernacular, bicos longos e finos. Alimentam basicamente de insetos aquáticos e outras pequenas criaturas. Seu habitat preferido são as águas salgadas ou salobras em clima quente ou morno.

sábado, 14 de abril de 2012

Milheirinha


É comum em toda a Europa, encontrado em parques, jardins e matas de coníferas. Plumagem malhada de castanho escuro e amarelo. No verão, o amarelo intensifica-se, e a cabeça fica quase completamente amarela. O juvenil não possui amarelo, apenas riscas de castanho e branco. Mede cerca de 11 a 12 cm de comprimento. O bico é curto e de cor clara, característico desta ave.
Possui um canto repetitivo e prolongado, áspero e com um ritmo rápido, lembrando vidro a partir.

domingo, 8 de abril de 2012

Homem e Natureza


O homem é uma parte da natureza, não algo que contraste com ela. Os seus pensamentos e movimentos corporais seguem as mesmas leis que descrevem os deslocamentos de estrelas e átomos. O mundo físico é grande comparado
ao homem – maior do que se pensava à época de Dante, mas não tão grande quanto parecia á cem anos atrás. Em todos os sentidos, tanto no micro como no macrocosmo, a ciência parece que esta atingir os seus limites.

sábado, 7 de abril de 2012

Galinha-d'água


Rallidae é uma família de aves Gruiformes que inclui as saracuras, sanãs, galinhas-d'água, pintos-d'água, frangos-d'água e carquejas. O grupo habita regiões pantanosas, margens de rios ou lagos em zonas de vegetação densa.
Várias espécies tem distribuição ampla, sendo que muitos apresentam registros fragmentados - reflexo de seus comportamentos crípticos.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Luz


No início Deus criou os céus e a terra. A terra era sem forma, vazia, escura e coberta de água. O Espírito de Deus flutuava sobre a água. E Deus disse: “Haja luz”, e ela apareceu. Deus viu que a luz era boa.
Ele separou a luz da escuridão, e chamou a luz de “dia” e a escuridão de “noite”. A tarde e a manhã foram o primeiro dia.

domingo, 1 de abril de 2012

Garça Vermelha


A garça-vermelha, garça-imperial ou garça-galega (Ardea purpurea) é uma ave da ordem Pelecaniformes. É normalmente encontrada em terras pantanosas e pântanos no sul e centro da Europa, migrando de inverno para África. Nidificam em colónias, normalmente em canaviais.
Esta espécie encontra-se listada no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal com o estatuto de Em Perigo.

domingo, 25 de março de 2012

Voos Majestosos


Os íbis são aves pernaltas com pescoço longo e bico comprido e encurvado para baixo. São na maioria dos casos animais gregários, que vivem e se alimentam em grupo. Vivem em zonas costeiras ou perto de água, ricas nos seus alimentos preferenciais: crustáceos e moluscos. O grupo está distribuído pelas regiões quentes de todos os continentes.De acordo com a tradição popular em alguns países, o íbis é a última ave a desaparecer antes de um furacão e a primeira a surgir depois da tempestade passa. No Egipto Antigo, o íbis era objecto de veneração religiosa e associado ao deus Thoth.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Chapim-rabilongo


Distingue-se pela sua cauda, com cerca de oito a nove centímetros, mais longa que o resto do corpo. Mede cerca de 14 cm a 16 cm (do bico à cauda) e tem um peso de cerca de dez gramas.No norte da Europa existe a subespécie A. c. caudatus que apresenta cabeça branca e as asas quase todas brancas, enquanto a subespécie A. c. rosaceus, na Europa ocidental, é caracterizado por uma larga faixa escura em arco por cima do olho, as escapulares de cor amarela rosada intensa, uropígio e painéis das asas esbranquiçados. Na Europa central existem populações de formas mistas das duas formas. Os juvenis apresentam as bochechas e o pescoço escuros, não apresentando os flancos rosáceos como os adultos.Os rabilongos na península ibérica são mais escuros, com os lados da cabeça riscados, os flancos de cor de vinho e o dorso quase preto, com a cauda comparativamente mais curta.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Focos de Luz


Luz que eu adoro, grande Luz que eu amo,
Movimento vital da Natureza,
Ensina-me os segredos da Beleza
E de todas as vozes por quem chamo.

Mostra-me a Raça, o peregrino Ramo
Dos Fortes e dos Justos da Grandeza,
Ilumina e suaviza esta rudeza
Da vida humana, onde combato e clamo.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Pisco de peito ruivo


Uma das mais conspícuas espécies da nossa fauna, o pisco-de-peito-ruivo destaca-se pela plumagem chamativa e por cantar em qualquer época do ano, sendo o seu canto um dos mais bonitos dos nossos bosques. Facilmente reconhecido pela enorme mancha alaranjada que se estende da testa até ao peito, e que contrasta enormemente com o abdómen branco e com o dorso e a nuca, acastanhados. Pousa frequentemente no solo numa postura ereta, permitindo visualizar o seu padrão cromático.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Desconfiança


Dia 11 de Março primeiros raios iluminam a majestosa Garça Cinzenta quando se prepara para a sua suposta primeira refeição.

domingo, 11 de março de 2012

Na Fuga


Garça Vermelha recém chegada ao território Português mais concretamente no Bio Ria em Salreu, fugindo dos seus intrusos.

terça-feira, 6 de março de 2012

Voo Rasante


As gaivotas são aves marinhas da família Laridae e sub-ordem Lari. São próximas das gaivinas, e estão mais distantes das limícolas, airos e rabos-de-palha. A maior parte das gaivotas pertence ao grande género Larus.São, regra geral, aves médias a grandes, tipicamente cinzentas ou brancas, muitas vezes com marcas pretas na cabeça ou asas. Têm bicos fortes e compridos e patas com membranas.
A maioria das gaivotas, particularmente as espécies de Larus, fazem o ninho no solo e são omnívoras, e comem comida viva ou roubam alimento conforme surja a oportunidade.
Com excepção das gaivotas-tridáctilas, as gaivotas são espécies tipicamente costeiras ou de interior, e raramente se aventuram em mar alto. As espécies de maiores dimensões levam até quatro anos a atingirem a plumagem completa de adulto, mas as espécies menores normalmente apenas dois anos.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Tesouros do Vouga


Não fala. Não se explica. O que se vê. A sua dimensão não cabe na própria palavra de definição, nem há palavras exactas que o definam. Não se sabe porquê nem se sabe o sente.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Cai a Noite no Bio Ria


As coisas, por si sós, não são interessantes, mas tornam-se interessantes apenas se nos interessamos por elas.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Final do Dia


"Não basta dar os passos que nos devem levar um dia ao objectivo, cada passo deve ser ele próprio um objectivo em si mesmo, ao mesmo tempo que nos leva para diante."

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Término de Luz


Há duas maneiras de olhar as coisas, como há duas maneiras de as não olhar. Ou se olham pondo-nos de fora delas ou pondo-nos dentro delas. Só no segundo caso as vemos bem, porque só então nos vemos mal ou simplesmente nos perdemos a nós de vista. O primeiro ver é o do homem prático, o segundo, o do artista. Um e outro também divergem no modo de não ver as coisas. O primeiro porque simplesmente as não vê; o segundo porque não repara nelas.