Pintura
«O objectivo da arte não é representar a aparência exterior das coisas,mas o seu significado interior.»
ARISTÓTELES
ARISTÓTELES
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Montemuro

A Serra de Montemuro é a oitava maior elevação de Portugal Continental, com 1382 metros de altitude. Situa-se nos concelhos de Arouca, Cinfães, Resende Castro Daire e Lamego (distrito de Viseu) e entre as regiões do Douro Litoral e da Beira Alta.
A altitude média é de 838 metros. Está compreendida entre o rio Douro, a Norte e o rio Paiva, a sul, confina com a cidade de Lamego. O ponto mais alto da serra é denominado por Talegre ou Talefe, a 1.381 metros de altitude. Toda a serra tem bastante relevo e é íngreme praticamente de todos os lados. A serra é povoada até cerca dos 1.100 metros de altitude, as aldeias encontram-se espalhadas por toda a serra, mas quase sempre perto de cursos de água, como o rio Bestança que a divide na direcção Sul-Norte.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Manto sobre o rio Paiva

Correm as águas do rio
Passam na agulheta do tempo
A mesma água não volta, nem pelo fio
Não repete a sua passagem, observo, lembro
A vida é como esse rio
Na superficie a velocidade instântanea
No fundo as correntes pesadas
As pedras roladas, as plantas prezadas
O que se esconde e funde no leito
Escorregadio que com os tempos feitos
Pouco mudam, pouco nadam
A vida de um rio, não é só a agua que passa
É as margens descoladas, divididas
São quem passa quem refresca
É a vida num todo que se compõe
É quem mergulha, quem acha
Quem muda, leva ou põe
É quem toca no fundo
Traz a vida que mergulha num rio também.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
No Val

Situada na serra homónima, a Cascata da Cabreia tem 25 metros de altura, e fica no vale de Silva Escura, e localizada no ponto onde o Rio Mau, nascido com o nome de Rio Bom. As águas, provenientes do rio Mau caem para uma bacia fluvial, envolta numa vegetação densa, onde o verde se estende até ao alcance da vista. Uma atmosfera tranquila complementada com um parque de merendas.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
A Alma de um Povo

As pessoas cujo desejo é unicamente a auto-realização, nunca sabem para onde se dirigem. Não podem saber. Numa das acepções da palavra, é obviamente necessário, como o oráculo grego afirmava, conhecermo-nos a nós próprios. É a primeira realização do conhecimento. Mas reconhecer que a alma de um homem é incognoscível é a maior proeza da sabedoria. O derradeiro mistério somos nós próprios. Depois de termos pesado o Sol e medido os passos da Lua e delineado minuciosamente os sete céus, estrela a estrela, restamos ainda nós próprios. Quem poderá calcular a órbita da sua própria alma?
domingo, 15 de janeiro de 2012
Na Direção

Hoje eu acordei com uma vontade enorme de sair andar sem direção
Sem destino, e sem medo do nada,porque no nada há tudo.
Simplesmente andar e ouvir, o que dirá o silencio e o que nos mostrará o infinito.
Ao colo do destino conquistei,com suor e trabalho.
Nunca desisto, não me curvo, não me entrego, á rendição.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Só

Encontrarmo-nos diante das coisas liberta o espírito. Encontrarmo-nos diante dos homens, de dependermos deles, avilta, e tal acontece, quer esta dependência tenha a forma da submissão, quer a da autoridade. Porquê estes homens entre mim e a natureza? Nunca ter de contar com um pensamento desconhecido... (porque, nesse caso, somos abandonados ao acaso). Remédio: fora dos laços fraternos, tratar os homens como um espectáculo e nunca procurar a amizade. Viver no meio dos homens como no vagão de Saint-Etienne a Puy... Sobretudo nunca permitir-se desejar a amizade. Tudo se paga. Conta só contigo.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Nascer
domingo, 1 de janeiro de 2012
Linhas Convergentes

O conhecimento sobre perspectiva de observação, também denominada de cônica ou linear, é indispensável para quem pretende desenhar corretamente a aparência de volume dos objetos, profundidade e espaço de ambientes ou paisagens e todo tipo de esquemas gráficos que busquem reproduzir as características tridimensionais da realidade.
sábado, 31 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
Tempestade

As tempestades provocam precipitação de água líquida e gelo, na forma de chuvisco, chuva leve, moderada e forte, e quando é mais intensa com fortes correntes ascendentes e descendentes também granizo e saraiva. As tempestades podem aparecer isoladas, ou em grupo na forma de agrupamentos convectivos (cluster), de forma mais ou menos desorganizada, ou na forma de linhas de tempestades, chamadas linhas de instabilidade, ou ainda quando uma das tempestades do agrupamento cresce mais que todas as outras e atinge grandes proporções (tipicamente 10 km x 10 km x 12 km em latitudes médias) como uma super-célula.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Branca Antiga

A lenda que se conta na tradição oral é de que em tempos, a freguesia da Branca era uma quinta, sob a posse de uma senhora de nome D.Branca. Tendo um dia aforado as terras, chamando pessoas, feitores, e trabalhadores que cultivavam a quinta, sob a condição de que o seu nome seria dado à terra.No entanto, historiadores e estudiosos que escreveram acerca do assunto, defendem que Auranka seja de origem latina, mas de influência bárbara. Auranka derivaria de aurum, "ouro", material que era encontrado nas minas do Palhal, originárias da Idade do Ferro. O sufixo -anka é de origem celta.
O termo Branca, derivou portanto da palavra Auranka, que foi sobrevivendo até ao português arcaico. Com o evoluir da língua, a palavra foi evoluindo até à sua forma actual. No português arcaico, a letra "u" equivalia ao "v". Quando se deu a implantação do "v" na língua portuguesa, a sua implantação no norte e algumas regiões do centro mais a norte de Portugal foi muito difícil, transformando-se assim o som do "v" em "b", como aliás, ainda permanece como sotaque nesta região do país. Portanto, em vez de Avranca, as pessoas liam e diziam Abranca. Finalmente, e com o decorrer do tempo, a palavra foi evoluindo de Abranca até ao Branca de hoje.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Felosa

Esta insectívora diminuta é uma das mais comuns invernantes em Portugal, observando-se em praticamente todos os habitats, tal é o seu eclectismo. Esta espécie apresenta algumas pequenas variações nas tonalidades de plumagem para plumagem, mas no geral o seu aspecto é rechonchudo e pequeno, o dorso é cinzento-esverdeado, as asas escuras, as partes inferiores pálidas, e uma lista supraciliar ténue. As patas escuras e o bico pálido, curto e fino completam as características da felosa-comum.
domingo, 11 de dezembro de 2011
No Alto da Branca

A história da fotografia panorâmica é quase tão antiga quanto a da fotografia propriamente dita. As primeiras fotografias panorâmicas de que se tem notícia foram feitas na década de 1840. Algumas das mais famosas panorâmicas foram montadas por George Barnard, um fotógrafo do exército durante a Guerra Civil Americana, na década de 1860.No fim do século XIX, câmeras fotográficas motorizadas foram desenvolvidas especialmente para a fotografia panorâmica. Algumas giravam completamente, enquanto, em outras, só a lente movimentava-se.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Fuinha

A diminuta fuinha-dos-juncos chama a atenção pela sua peculiar vocalização, geralmente acompanhada por voos de exibição. Quando não canta, esconde-se entre a vegetação e pode ser muito dificil de observar. Esta ave insectívora é bastante pequena, podendo ser confundida com outros pequenos insectívoros. É mais facilmente identificável pelas vocalizações que emite enquanto executa os voos territoriais, que fazem lembrar um insecto. A espécie tem bico fino e curto, cor castanho claro, os olhos envolvidos por uma tonalidade mais clara como se estivesse maquilhada e não possui listas na cabeça e na nuca.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Pleno Voo

Outrora uma imagem frequente na Primavera, o voo calmo do milhafre-real, com as suas janelas pálidas a cauda a servir de leme, tem-se tornado cada vez mais um ícone da época fria .Apenas confundível com o milhafre-preto, o milhafre-real é ligeiramente maior, com tonalidade mais clara e padrões mais bem definidos e cauda bastante mais forcada que a daquela espécie. Ostenta "janelas" claras muito nítidas na base das primárias, na parte inferior das asas; a cauda é quase cor de ferrugem; a cabeça acinzentada contrasta com o castanho-claro do resto do corpo, muito mais do que acontece no milhafre-preto. Tratando-se de uma rapina de média-grande dimensão, é um planador exímio sendo frequentemente observado a circular em correntes térmicas.Como nidificante, o milhafre-real encontra-se em declínio acentuado e tornou-se bastante raro em Portugal, sendo hoje uma ave extremamente ameaçada. Distribui-se quase exclusivamente pelo interior norte. Em contrapartida, durante o Inverno e, nomeadamente, entre Novembro e Fevereiro, os efectivos são reforçados por aves invernantes provenientes da Europa Central e do Norte, tornando-se então relativamente frequente no interior sul.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Peneireiro Acompanhado

O peneireiro-das-torres é muito parecido com o peneireiro-vulgar. Distingue-se desta espécie pela ausência de pintas pretas na parte superior das asas, pelas coberturas azuladas, pelas rectrizes centrais mais alongadas e pelas unhas brancas. A sua vocalização, um tchak-tchak-tchak trissilábico, é bastante diferente da do peneireiro-vulgar.
Embora seja bastante raro a nível nacional, este pequeno falcão é localmente comum, chegando a formar colónias com algumas dezenas de casais. Nidifica em edifícios arruinados e alimenta-se nos campos agrícolas.O peneireiro-das-torres é um migrador precoce, que chega geralmente em Fevereiro e parte em Julho ou Agosto.
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