Pintura

«O objectivo da arte não é representar a aparência exterior das coisas,mas o seu significado interior.»

ARISTÓTELES







sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Viúva

Viúva é o nome comum atribuído às 16 espécies conhecidas de aves passeriformes do género Vidua, único membro da tribo Viduini. O grupo já foi considerado como família própria, Viduidae. As viúvas ocorrem exclusivamente na África sub-saariana.As viúvas são aves parasitas que colocam os seus ovos em ninhos de outras espécies, normalmente os bicos-de-lacre do género Lagonosticta. Os machos de cada espécie de viúva imita na perfeição o canto do seu hospedeiro específico. Os juvenis de viúva são criados pelos progenitores “adoptivos”, conjuntamente com as verdadeiras crias.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Bispo-de-coroa-amarela

O bispo-de-coroa-amarela está presente em Portugal durante todo
o ano mas a sua detectabilidade é muito variável, em função da
plumagem ostentada pelos machos. Assim, durante a época de
nidificação, que coincide sobretudo com a Primavera e o Verão, os
machos ostentam a sua bela plumagem amarela e preta e
pousam em locais visíveis, sendo por isso facilmente detectáveis.
Já no Outono e no Inverno, os tons acastanhados da plumagem
não nupcial fazem com que a espécie passe facilmente
despercebida

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Raia em Soutelinho

A aldeia que dá o nome à freguesia é uma típica aldeia transmontana de casas em granito, situada 18 km a noroeste da cidade de Chaves e a 22 km de Montalegre. Apelida-se de Raia porque se desenvolveu literalmente em plena fronteira entre Portugal e Espanha

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Rio Salas Tourém

O Salas ou Sales é um rio internacional que nasce em Espanha na vertente norte da Serra do Larouco, no concelho galego de Baltar. Atravessa o território do antigo Couto Misto e o extremo norte da freguesia raiana de Tourém (Montalegre). O antigo castelo da Piconha vigiava o vale do Salas. Desagua no Lima, ainda em Espanha, junto da povoação galega de Lobios

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Serra da Cabreira

Reza a lenda que a Serra da Cabreira deve o seu nome a uma jovem e bela cabreira que por ali costumava guardar seu rebanho: “ (…) E o povo quis perpetuar para sempre, com toda a justiça, o amor desgostoso da moça pastora. Por isso, deu à serra onde ela vivera a sua grande paixão o nome de Serra da Cabreira e, já que ela queria ser ave e voar, passou a chamar ao rio da Vila do Conde, o Rio Ave... “.